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[Fique bem, parta melhor, regresse quando aprouver. Contacte sempre que entender!

Palavra imprecisa, versus entendimento, este impressivo, são essenciais e pertenças de vida – Boa ou má, certa ou errada, palavra logo destino.
Entendimento, (palavra-chave). O entendimento, não a palavra, ou o verbo, é que é importante… Ou bastaria dizer/pensar. A educação é ímpar, a cultura, não. A cultura é generalista, a educação, individualista.
Antes do saber d’ escrita, é-se ou existe-se, pensa-se, vê-se, fala-se, ouve-se… O que legitima, e ratifica, naturalmente, “pessoa-eu”.
Não se pretende simplesmente agradar, competir, “ser bonito(a)”, sim a-pena-ser, [de acordo consigo próprio(a), mas preferível, educada, parcimónia, e verdadeiramente].
ESCOLA AUTONÓMICA
(NÃO “CHAMAR OS NOMES PELOS BOIS”)
Ao eu compete o eu, ao social, o social. (Corolário: O social é simplesmente interesse oportuno de todos os seus participantes). Masculino, ou feminina, é eu.
Vulgar, tradicional, e genericamente, Professor/Mestre, é quem ensina outrem a saber e/ou fazer o que ele sabe/faz, exigindo apenas perfeição repetitiva de memória. Em sentido autonómico, Professor/Mestre, Verdadeiro, é quem possibilita outrem a ser ele(a) mesmo(a), permitindo a bom caráter, termo e modo, logo desenvolvimento, perfeita, logo completa, omnisciência autonómica. Aprende-se por si, não pelos outros, que são, ou não, simples “ajudantes”, que, como é notório, podem, ou não, des/virtuar-encaminhar pessoa.



Do Grego, “DEO, PLURAL DEOS” »» Português, DEUS, DEUSES.
MATRIZ, (Grega): LOGOS – SOPHOS – TEROS – KRATOS.
[Acrónimo Cultural, (inédito), à] INOVAÇÃO AUTONÓMICA: “ΔEOS®“, (DÉOS), (1961).
Pensamento e razão: DEOLOGIA » Fé Consciente: DEOSOFIA » Poder Absoluto: DEOCRACIA. (Os “3Ds” da educação pessoal autónoma). (As alternativas genéricas, são, “corpo” – com pensamento, sentidos, fé e vida). MAIORES DE IDADE LEGAL.
Consultoria
DEOPATIA – Falta de dissimilitude intelectual e prática. DEOTERAPIA – Recuperação versus desenvolvimento completo.
[Fundador: sergioalmeida.link – Deodato, Deólogo.]
1º O QUE É PRIMEIRO, LOGO “Eu”.
“SEM EU, OU GENERICAMENTE, SEM O SER EU”, NÃO EXISTE AUTO-(RE)CONHECIMENTO POSSÍVEL. A “DÚVIDA”, COMO PROPOSIÇÃO RELATIVA AO ESTAR/TER DO EU, NÃO “AO SER (PROPONENTE) DO PRÓPRIO”. O ser põe dúvida, não podendo duvidar intrínseca e verdadeiramente de ser! (É o “ter existencial do ser essencial”).
D+EU-S«?»D-EU+S : “EGO E EU”, SIGNIFICAM-SE verbalmente, DO LATIM PARA PORTUGUÊS, (…). (A mera paridade/significância linguística, não denota/significa, intrinsecamente, ou sequer transmite/viabiliza, cultura, mas apenas (des)entendimento/semelhança a esse nível).

